Os egípcios antigos viam a morte como um processo de transição para outra existência. Acreditavam que a alma se desprendia do corpo, que deveria ser preservado através da mumificação para que a alma pudesse retornar quando necessário. O coração do falecido era pesado em uma balança contra uma pena para determinar se poderia acessar o paraíso.
No budismo, a morte também não é vista como o fim definitivo, mas como uma **transição para uma nova existência** dentro do ciclo de renascimento, conhecido como samsara. A alma renasce em um novo corpo após a morte, e esse ciclo continua até que se atinja o nirvana, a libertação do sofrimento.
Ambas as visões compartilham a ideia de continuidade após a morte, mas diferem nos detalhes e práticas associadas.

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